E o deputado, que ficou escandalizado quando o colega desejou-lhe sinceros votos?
Publicado em 24 de dezembro de 2005 às 04:00 por guilherme
Pois a tradicional profecia se concretizou mais uma vez: cheguei em São José com chuva. Tanta e por tantos dias seguidos que quase o carro não sobe aqui no sítio em Jambeiro. Pelo menos, parou desde então.
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Cheguei e no mesmo dia fui visitar amigo da família no hospital, cento e tantos quilômetros pra lá. Tiraram litro e duzentos de água do pulmão dia desses e, por fim, foi-se um terço do membro aéreo. Fungo, dizem, parece que derivado do habito eterno de cheirar galinhas e aves em geral.
Conselho: nunca cheire galinhas. Nem aves em geral.
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Suspiros por memórias que são minhas mas não me dizem respeito e calafrios por memórias que não são minhas mas me dizem respeito. São Paulo é uma cidade contraditória até nas lembranças.
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Tudo isso, em um só dia.
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Churrasco de fim de ano de prefeitura é sempre parecido. De peculiar neste, só as cinco televisões cinte polegadas sorteadas entre os servidores. Televisores, aliás, como insistiu em corrigir o Casquinha.
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Tem coisas que a gente só faz pela mãe mesmo. Como assistir ao especial de fim de ano do Roberto Carlos.
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Foi desconcertante, só pra não contrariar a música, ainda que não tenha sido um tão grande assim, quem dirá o. Mais desconcertante foi o ar burocrático do comprimento, a frieza das parcas palavras trocadas. Ainda que tenha-se motivos, vá lá.
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Que redundou em um sonho estranho na noite passada, este em Londrina com o ex da ex com uma ex que no final continuava assim, mas rendeu-se a lançar um olhar sereno dizente de tudos bens. Mas isso é só sonho, e nem tem porque ser diferente.
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Porque quem povoa os sonhos acordados não é nenhuma delas. Que pode até estar longe, mas sinto-a aqui perto.
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Ai ai.
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A Vanessa perguntou se eu comprei o presente dela. Pensei em chogar um xaveco de Papai Noel, mas parece que ela já entendeu bem que ele só faz o carreto, o desembolso é mais mundano. “Comprei nada”, admiti. Ar meio de decepção, quis saber porquê e a resposta foi na lata: “Seu tio tá pobre, Vanessa.” “Mas já não teve presente de aniversário e dia das crianças”, argumentou, interesseira que só. “Pra você ver que não é de hoje que estou pobre.”
E então jogamos duas vezes Tapa-Certo, o presente do natal passado.
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Marinar é um verbo, mas bem que podia ser nome próprio.
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Não, eu não cortei o cabelo. E nem pretendo muito.
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Luzes piscando, 31200 e conexão que trava eram conceitos meio vagos já pra mim. E isso que tive que trocar o modem, que o onboard tava queimado.
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E ter que esperar pra tudo, também.
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Sem falar em não poder abrir mais que duas coisas ao mesmo tempo, senão uma não abre.
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É quando a gente não tem que dá valor às coisas. E não falo só de banda larga.
Publicado em 24 de dezembro de 2005 às 02:35 por guilherme
Espalha ae. Vai que a moda pega.
Publicado em 19 de dezembro de 2005 às 05:41 por guilherme
Falem o que quiser, mas ser tri-campeão mundial é muito foda.
Publicado em 18 de dezembro de 2005 às 17:15 por guilherme
Mas chato mesmo é ter que pagar estacionamento só porque os 15 minutos grátis se completaram enquanto você estava na fila pra sair.
Publicado em 17 de dezembro de 2005 às 14:52 por guilherme
A diferença que uma única letra pode fazer, né? Já imaginou, por exemplo, um travesseiro de pernas de ganso?
Publicado em 17 de dezembro de 2005 às 14:50 por guilherme
Ainda na seara de sonhos (seara é uma das palavras pouco usadas que eu mais tenho usado ultimamente; todas as vezes que digo seara me vem presunto à mente, embora prefira Sadia), na manhã de ontem — que eu me recusava a tornar ativa, mais do que o
Briguet — tive um dos sonho mais estranhamente gratificantes dos últimos tempos. É bom saber que que a gente respeita os próprios princípios até em sonho.
Publicado em 17 de dezembro de 2005 às 14:01 por guilherme
Choveu gostosamente agorinha e eu fiquei o tempo todo pensando no banho de de chuva com que sonhei anteontem. Mas não fui lá não.
Publicado em 17 de dezembro de 2005 às 13:55 por guilherme
Eu sei que você tem banda larga e adora ver coisas impressionantes, então baixe
este vídeo e coloque seu Quicktime pra funcionar (não sem antes dezipar, claro).
PS.: tá bom, seu chorão, você pode também baixar este arquivo, que é de qualidade e tamanho menor.
Publicado em 17 de dezembro de 2005 às 02:46 por guilherme
Ë que o atual mandatário não tem muita moral pra isso, mas não seria o caso de dissolver o congresso, modificar a Constituição e lei eleitoral e só depois convocar novas eleições?
Publicado em 16 de dezembro de 2005 às 16:35 por guilherme